Etiqueta: Fátima Alves

  • RESIGNIFY

    Resignify Urban Nature through Regenerative Planning, Emotions, and Narratives for Possible Futures

    Ficha do projeto

    ÂmbitoNacional
    EstadoEm curso
    PeríodoDezembro de 2025 – dezembro de 2028
    ResponsávelFátima Alves
    Instituição coordenadoraCFE-UC
    Entidade financiadoraFCT
    ReferênciaCOMPETE2030-FEDER-00652800
    Investigadores do GrupoAna Mendonça, Diogo Guedes Vidal, Fátima Alves, Jorge Moreira, Miguel Ferreira, Rosário Rosa, Vanda Viegas

    Sobre o projeto

    O projeto visa integrar o design regenerativo, as emoções, os imaginários e as narrativas da natureza nas práticas de planeamento urbano, com estudo de caso na região norte de Portugal, reconhecendo a diversidade e a pluralidade das paisagens urbanas e as dinâmicas socioculturais. O foco vai além das áreas verdes tradicionais, abrangendo espaços naturais urbanos não convencionais, e promovendo a reflexão sobre as múltiplas possibilidades de existência da natureza nas cidades.

    O projeto é coordenado pelo CFE-UC, com a colaboração da Universidade Aberta, tendo como IR Fátima Alves e CO-IRs Diogo Vidal e Rosário Rosa, envolvendo uma equipa interdisciplinar do grupo Sociedades e Sustentabilidade Ambiental: Ana Mendonça, Miguel Ferreira, Vanda Viegas, Jorge Moreira. Do LEAD da Universidade Aberta integram a equipa Luísa Aires e Marta Abelha. O projeto conta ainda com a participação de Paulo Castro Seixas, Luís Baptista (Universidade de Lisboa) e Sara Sucena (Universidade Fernando Pessoa).

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  • Universidade Intercultural dos Povos

    Empoderando Comunidades Tradicionais no Enfrentamento das Desigualdades em Saúde e Ambiente – Cooperação para Futuros Socio-Ecológicos Saudáveis e Sustentáveis

    Ficha do projeto

    ÂmbitoInternacional
    EstadoConcluído
    PeríodoSetembro de 2023 – agosto de 2024
    ResponsávelFátima Alves
    Instituição coordenadoraCFE-UC, Universidade Aberta e Fiocruz (ENSP)
    Entidade financiadoraCAPES-PrInt
    Referência88887.832797/2023-00
    Investigadores do GrupoFátima Alves

    Sobre o projeto

    O Projeto pretendeu desenvolver um processo participativo de co-produção das bases da Universidade Intercultural dos Povos, que se encontra em curso. Até ao momento temos concluídas duas fases complementares. A primeira fase teve lugar entre setembro de 2023 e agosto de 2024, junto de povos originários e tradicionais e de organizações que promovem modelos de educação diferenciada nos territórios do Parque Nacional da Serra da Bocaina e da Serra do Mar, no Brasil, em articulação com o Observatório dos Territórios Saudáveis e Sustentáveis da Bocaina (OTSS/FIOCRUZ). A segunda fase decorreu nos territórios da Serra da Gata e da Serra da Malcata, com base em Vilar Maior, Portugal, prevendo-se que este processo se estenda a outros territórios, tanto a nível nacional como internacional, através de sinergias que permitam o seu aprofundamento. Estamos a dar sequência à sua continuidade agregando mais comunidades em diversos países de língua portuguesa. Com este trabalho pretendeu-se reforçar as iniciativas existentes nos territórios, dar visibilidade aos múltiplos saberes e culturas que neles circulam, e consolidar alianças com povos originários, comunidades tradicionais, organizações e movimentos sociais empenhados na valorização das diversidades culturais, na promoção da justiça social, ambiental e epistémica e na democratização do ensino. Pretende-se, assim, contribuir para uma formação crítica e contínua de indivíduos e comunidades, fortalecendo também formas plurais de se relacionar com a natureza, reconhecendo-a como sujeito de cuidado, reciprocidade e pertença, e capacitando os envolvidos para enfrentar os desafios socioecológicos do século XXI.

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  • Participação no XIII Congresso Português de Sociologia

    Participação no XIII Congresso Português de Sociologia

    Nidia Ponte*, doutoranda bolseira da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), participou no passado dia 8 de julho de 2025 na sessão online do XIII Congresso Português de Sociologia: Democracias à Prova – Riscos e Incertezas, realizada em formato híbrido na Universidade dos Açores, Ilha de São Miguel.

    A comunicação, com o título: “Interculturalidades, Saúde e Alterações Climáticas: Revisão sistemática sobre estratégias de diálogo intercultural na saúde num clima em mudança”, integrou a mesa Ambiente e Sociedade: Mudança e Desafios Ambientais, no âmbito do painel temático de Sociologia da Saúde, e resultou de um trabalho desenvolvido em coautoria com Fátima Alves* e Diogo Guedes Vidal*, orientadores do doutoramento de Nídia Ponte.

    A apresentação centrou-se numa revisão sistemática da literatura sobre estratégias de diálogo intercultural nos cuidados de saúde, com especial atenção aos desafios colocados pelos impactos das alterações climáticas na saúde. O estudo destacou a necessidade de práticas culturalmente situadas, capazes de promover relações mais equitativas entre médicos de cuidados primários e utentes de diversas origens socioculturais, sobretudo em contextos marcados por riscos ambientais e desigualdades em saúde.

    Com base numa análise crítica da produção científica nacional e internacional, salientaram-se os contributos de abordagens baseadas na comunidade e de formações em competências culturais para profissionais de saúde. As conclusões apresentadas visam não apenas aprofundar o conhecimento sobre esta intersecção temática, mas também contribuir para a formulação de políticas públicas mais integrativas e resilientes.

    * Grupo de Investigação Sociedades e Sustentabilidade Ambiental do Centre for Functional Ecology – Science for People & the Planet, Laboratório Associado TERRA da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal

    Referência:

    Ponte, N., Alves, F., & Vidal, D. G. (2025). Interculturalidades, Saúde e Alterações Climáticas: Revisão sistemática sobre estratégias de diálogo intercultural na saúde num clima em mudança. Em XIII Congresso Português de Sociologia: Democracias à Prova: Riscos e Incertezas (pp. 335–335). Associação Portuguesa de Sociologia (APS). https://eu-central-1.linodeobjects.com/evt4-media/documents/APS_LivrodeResumos_1Jul1541.pdf

  • Sobre os sujeitos da Crise Ecológica, ou como começar de novo

    Sobre os sujeitos da Crise Ecológica, ou como começar de novo

    Na sua mais recente crónica, a investigadora e coordenadora do Societies and Environmental Sustainability Research Group do Centre for Functional Ecology – Science for People & the Planet, Laboratório Associado Terra da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal, Fátima Alves, convida-nos a repensar profundamente os alicerces das ciências ambientais e das ciências sociais perante a crise ecológica.

    Com a sensibilidade de quem escuta o mundo mais-que-humano não como cenário, mas como sujeito, a autora escreve sobre as ausências que falam, sobre os saberes que escapam às grades da ciência hegemónica, e sobre o imperativo ético de construir um conhecimento comprometido com a regeneração da vida.

    Este texto assume-se, desta forma, como um manifesto. A uma ciência mais humilde, mais relacional, mais atenta às vozes silenciadas, humanas e não humanas. A uma viragem epistemológica que nos desafia a escutar territórios como redes de interdependência, zonas de tensão e mundos partilhados.

    Ler este texto é aceitar o convite para imaginar, com seriedade, novos começos. Para abrir espaço, inclusive nos nossos métodos, à escuta dos ciclos da água, das pedras, das florestas e dos peixes.

    Como comunicar com aquilo que não fala a nossa língua? Como construir conhecimento sem dominar, sem colonizar, sem silenciar?

    Um texto necessário, lúcido e comovente.

    Recomendamos a sua leitura atenta para quem quer pensar a ciência, a crise e a vida de forma verdadeiramente transformadora.

    Convidamos a ler o artigo completo no Diário as Beiras

    Alves, F. (2025, junho 28). Sobre os sujeitos da Crise Ecológica, ou como começar de novo. Diario as Beiras. https://www.asbeiras.pt/opiniao-sobre-os-sujeitos-da-crise-ecologica-ou-como-comecar-de-novo/