Etiqueta: Fátima Alves

  • Caminhos Regeneradores para Tocar-no-Mundo

    Caminhos Regeneradores para Tocar-no-Mundo

    Esta comunicação refletiu sobre as práticas e experiências regeneradoras que aprofundam a relação sensível e transformadora com o mundo natural — um contributo inspirador para repensar o nosso lugar na teia da vida.

    Moreira, J., Alves, F., Castro, P., & Mendes, J. M. (2025, novembro 21). Caminhos regeneradores para Tocar-no-Mundo: Vivências transformadoras da relação com a Natureza [Comunicação Oral]. 1.o Congresso Iberoamericano de Sociologia Ambiental / VII Encuentro Intercongresual del Comité de Investigación 21 «Sociología y Medio Ambiente» de la Federación Española de Sociología (FES), Universidade de Alicante, Online. https://web.ua.es/es/congreso-iberoamericano-socioambiental/

  • Os/as Portugueses/as e a Natureza

    Os/as Portugueses/as e a Natureza

    A partir do estudo nacional sobre a relação dos/as portugueses/as com a natureza, a apresentação analisou como emoções ecológicas, desigualdades sociais e práticas de cuidado moldam as formas de envolvimento com o ambiente. Um olhar indispensável para compreender as dinâmicas socioambientais no contexto português.

    Alves, F., Vidal, D. G., Girão, T., Mendonça, A., Saraiva, F., & Freitas, H. (2025, novembro 21). Os/as portugueses/as e a natureza: Emoções ecológicas, desigualdade e cuidado com o mundo natural [Comunicação Oral]. 1.o Congresso Iberoamericano de Sociologia Ambiental / VII Encuentro Intercongresual del Comité de Investigación 21 «Sociología y Medio Ambiente» de la Federación Española de Sociología (FES), Universidade de Alicante, Online. https://web.ua.es/es/congreso-iberoamericano-socioambiental/

  • Entre a banalização do inaceitável e as escolhas coletivas que temos de fazer

    Entre a banalização do inaceitável e as escolhas coletivas que temos de fazer

    No seu mais recente artigo de opinião, intitulado «Entre a banalização do inaceitável e as escolhas coletivas que temos de fazer», Fátima Alves parte da imagem de um pequeno bosque de carvalhos abatido para dar lugar a painéis solares para interrogar o modo como a transição energética está a ser conduzida em Portugal. A questão que coloca é simples e incómoda: que energia pode ser verdadeiramente “limpa” quando destrói a pouca floresta autóctone que ainda existe e quando decisões com forte impacto ecológico e social são tomadas em nosso nome, sem participação efetiva das comunidades?

    A autora recusa a ideia de que a crise ecológica seja um destino inevitável ou uma espécie de castigo natural. Pelo contrário, sublinha que se trata do resultado de décadas de opções políticas e económicas que trataram a natureza como depósito inesgotável e as pessoas como mão-de-obra descartável. Exemplos como a autorização da chegada de elefantes em fim de vida a ecossistemas onde não pertencem, ou a expansão da agricultura intensiva em áreas protegidas, são apresentados como decisões alinhadas com interesses muito concretos, que fragilizam territórios e formas de vida.

    Ao longo do texto, Fátima Alves* critica também a retórica dos “sacrifícios necessários” em nome do progresso. Pergunta de quem são, afinal, esses sacrifícios: das populações rurais cada vez mais isoladas, dos jovens empurrados para vidas precárias, dos trabalhadores que veem a saúde e a educação públicas encolherem, ou dos migrantes transformados em bode expiatório de problemas que não criaram. A ideia de que “não há alternativa” é analisada como mecanismo que normaliza desigualdades, legitima destruição e oculta quem beneficia deste modelo.

    Outro eixo central da reflexão é a normalização quotidiana de discursos autoritários e xenófobos por parte de setores da classe política e dos meios de comunicação social. Ao oferecer explicações fáceis para problemas complexos, estes discursos desviam o olhar dos verdadeiros centros de decisão e contribuem para desresponsabilizar quem lucra com o desordenamento territorial, a precariedade laboral e a exploração intensiva da natureza.


    Convidamos a descobrir o artigo completo AQUI


    * Grupo de Investigação Sociedades e Sustentabilidade Ambiental do Centre for Functional Ecology – Science for People & the Planet, Laboratório Associado TERRA da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal.


    Alves, F. (2025, novembro 15). Entre a banalização do inaceitável e as escolhas coletivas que temos de fazer! Diário As Beiras. https://www.asbeiras.pt/opiniao-entre-a-banalizacao-do-inaceitavel-e-as-escolhas-coletivas-que-temos-de-fazer/


  • Territórios vivos: o poder local entre pessoas, natureza e futuro

    Territórios vivos: o poder local entre pessoas, natureza e futuro

    No dia 18 de outubrode 2025, foi publicado no Diário As Beiras mais um artigo de opinião assinado por Fátima Alves*: “Territórios vivos: o poder local entre pessoas, natureza e futuro”.

    O texto é um convite a reaprender a habitar o mundo, lembrando que o dinheiro é público e que governar localmente é cuidar da casa comum com critério, visão e transparência. Defende-se a necessidade de estratégias estruturais para enfrentar as alterações climáticas, as desigualdades territoriais e a erosão do sentido comunitário, incorporando ordenamento do território, regeneração ecológica e envolvimento das populações na prevenção e no restauro da paisagem. Sublinha-se, ainda, que políticas eficazes exigem conhecer como as pessoas se relacionam com a natureza (perceções, valores, práticas) e que o poder local tem o duplo desafio de reconhecer a diversidade dos territórios e identificar as falhas das políticas quando ignoram nuances socioculturais e económicas. A atração e fixação de jovens surge como condição de futuro, imaginando territórios vivos que acolham inovação, agricultura regenerativa, artes e investigação transdisciplinar.

    Convidamos a descobrir o artigo completo AQUI.


    * Grupo de Investigação Sociedades e Sustentabilidade Ambiental do Centre for Functional Ecology – Science for People & the Planet, Laboratório Associado TERRA da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal.


    Alves, F. (2025, outubro 18). Territórios vivos: O poder local entre pessoas, natureza e futuro. Diário As Beiras. https://www.asbeiras.pt/opiniao-territorios-vivos-o-poder-local-entre-pessoas-natureza-e-futuro/