Empoderando Comunidades Tradicionais no Enfrentamento das Desigualdades em Saúde e Ambiente – Cooperação para Futuros Socio-Ecológicos Saudáveis e Sustentáveis
Ficha do projeto
| Âmbito | Internacional |
|---|---|
| Estado | Concluído |
| Período | Setembro de 2023 – agosto de 2024 |
| Responsável | Fátima Alves |
| Instituição coordenadora | CFE-UC, Universidade Aberta e Fiocruz (ENSP) |
| Entidade financiadora | CAPES-PrInt |
| Referência | 88887.832797/2023-00 |
| Investigadores do Grupo | Fátima Alves |
Sobre o projeto
O Projeto pretendeu desenvolver um processo participativo de co-produção das bases da Universidade Intercultural dos Povos, que se encontra em curso. Até ao momento temos concluídas duas fases complementares. A primeira fase teve lugar entre setembro de 2023 e agosto de 2024, junto de povos originários e tradicionais e de organizações que promovem modelos de educação diferenciada nos territórios do Parque Nacional da Serra da Bocaina e da Serra do Mar, no Brasil, em articulação com o Observatório dos Territórios Saudáveis e Sustentáveis da Bocaina (OTSS/FIOCRUZ). A segunda fase decorreu nos territórios da Serra da Gata e da Serra da Malcata, com base em Vilar Maior, Portugal, prevendo-se que este processo se estenda a outros territórios, tanto a nível nacional como internacional, através de sinergias que permitam o seu aprofundamento. Estamos a dar sequência à sua continuidade agregando mais comunidades em diversos países de língua portuguesa. Com este trabalho pretendeu-se reforçar as iniciativas existentes nos territórios, dar visibilidade aos múltiplos saberes e culturas que neles circulam, e consolidar alianças com povos originários, comunidades tradicionais, organizações e movimentos sociais empenhados na valorização das diversidades culturais, na promoção da justiça social, ambiental e epistémica e na democratização do ensino. Pretende-se, assim, contribuir para uma formação crítica e contínua de indivíduos e comunidades, fortalecendo também formas plurais de se relacionar com a natureza, reconhecendo-a como sujeito de cuidado, reciprocidade e pertença, e capacitando os envolvidos para enfrentar os desafios socioecológicos do século XXI.
