As Áreas de Preservação Permanente não são culpadas

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As Áreas de Preservação Permanente não são culpadas

No dia 27 de Agosto de 2025, o investigador Gerson de Freitas Junior* publicou no jornal AgoraVale (Região Metropolitana do Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira, São Paulo, Brasil) um artigo de opinião intitulado “As APPs não têm culpa!”.

O autor critica as justificações apresentadas durante a audiência pública, que associam as Área de Preservação Permanente (APPs) a problemas como resíduos ou consumo de drogas ilícitas, argumentando que tais posições desviam o foco das verdadeiras responsabilidades do poder público e da comunidade, como a educação ambiental, a melhoria dos serviços de recolha e a promoção de soluções sustentáveis.Assim, o texto reforça o facto de que responsabilizar as APPs não ajuda a resolver problemas socioambientais complexos e recorda o seu papel fundamental na qualidade de vida, na proteção ambiental e na prevenção de catástrofes como enchentes e inundações.

Convidamos a descobrir o artigo completo no PDF abaixo.


* Grupo de Investigação Sociedades e Sustentabilidade Ambiental do Centre for Functional Ecology – Science for People & the Planet, Laboratório Associado TERRA da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal. As APPs não têm culpa (3 MB)

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