Etiqueta: Diogo Guedes Vidal

  • Environmental and Social Impacts of Intensive Agriculture

    Environmental and Social Impacts of Intensive Agriculture

    🌍 Nova publicação!

    Environmental and Social Impacts of Intensive Agriculture: The Case of Odemira, Portugal

    Os/as investigadores/as Fátima Alves, Vitória Lourenço, Diogo Guedes Vidal, Paulo Manuel Costa e Rosário Rosa publicaram um novo estudo sobre os impactos ambientais e sociais da agricultura intensiva em Odemira, integrado na obra “Climate Change, Food Security, and Land Management”, da Springer.

    A investigação analisa os desafios que o território enfrenta, dando voz aos diferentes atores locais e evidenciando questões como:

    💧 a crescente pressão sobre os recursos hídricos;

    🌿 a perda de biodiversidade e a fragmentação dos habitats;

    🏘️ as fragilidades na governação e no ordenamento do território;

    🤝 as condições de vida e de trabalho das comunidades migrantes.

    Os resultados reforçam a necessidade de políticas públicas que conciliem produtividade agrícola, preservação ambiental e justiça social, contribuindo para um modelo de desenvolvimento mais sustentável e inclusivo.

    Parabéns aos autores por mais esta relevante contribuição para o conhecimento científico e para o debate sobre os desafios da sustentabilidade em Portugal.

    📖 Capítulo: https://doi.org/10.1007/978-3-031-71164-0_124-1

    Referência bibliográfica

    Alves, F., Lourenço, V., Vidal, D. G., Costa, P. M., & Rosa, R. (2026). Environmental and Social Impacts of Intensive Agriculture: The Case of Odemira, Portugal. In Climate Change, Food Security, and Land Management (pp. 1–19). Springer, Cham. https://doi.org/10.1007/978-3-031-71164-0_124-1

  • Destaque do artigo: Nature at the Heart of Ecological Transition

    Destaque do artigo: Nature at the Heart of Ecological Transition

    📢 É com muito orgulho que partilhamos este destaque do Laboratório Associado Terra!

    O artigo resultante da nossa investigação — “Nature at the Heart of Ecological Transition: Five Ideas to Allow a Plural, Reflexive, Intercultural, Transnational, Ecological, and Dynamic Citizenship”, publicado na Social Sciences — propõe repensar o lugar da Natureza na transição ecológica: não como pano de fundo, mas como elemento estruturante das decisões e dos modelos de desenvolvimento.

    Um trabalho de reflexão coletiva, que procura ligar pensamento, política e prática, assinado por Fátima Alves, Diogo Guedes Vidal, Edmundo Gallo e Helena Freitas (CFE/TERRA).

    Fica o convite à leitura e à discussão sobre como imaginar — e construir — outros paradigmas para a transição ecológica.

  • Chamada para Artigo: Urban Nature, Climate Resilience, and Human Health

    Chamada para Artigo: Urban Nature, Climate Resilience, and Human Health


    📢 Special Issue — “Urban Nature, Climate Resilience, and Human Health” (revista Climate, MDPI)

    Há uma tentação recorrente nos estudos sobre natureza urbana: medir o verde. Contar hectares de copa arbórea, quantificar serviços de ecossistema, mapear infraestruturas azuis e verdes como se a resiliência climática fosse, no fundo, uma equação de engenharia ecológica bem resolvida.

    Este número temático da Climate (Q1, IF 4), coordenado por Diogo Guedes Vidal, Fátima Alves e Rosário Rosa do GI Sociedades e Sustentabilidade Ambiental do Centre for Functional Ecology – Science for People & the Planet, Laboratório Associado Terra da Universidade de Coimbra e sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal, parte de uma inquietação diferente: e se a resiliência e a saúde não fossem entregues pela natureza urbana, mas co-produzidas através de práticas situadas de cuidado, memória, pertença e participação? E se a pergunta relevante não fosse apenas “quanto verde existe”, mas “para quem, com que sentido e a que custo distributivo”?

    É um convite deliberadamente plural: sociologia, antropologia, saúde pública, urbanismo, geografia e governação ambiental colocadas em diálogo sustentado, não como disciplinas que ilustram um problema comum, mas como perspetivas que o problematizam de formas distintas e por vezes incomensuráveis entre si.

    Entre os eixos propostos:

    — pertença e apego ao lugar sob condições de mudança climática

    — as dimensões emocionais e narrativas do planeamento regenerativo

    — vulnerabilidade climática e comunicação intercultural no acesso à saúde

    — desigualdades socio-espaciais na exposição e no benefício da infraestrutura verde e azul

    — racionalidades morais, espirituais e leigas nas relações entre humanos e não-humanos

    — inovações metodológicas para captar o que é relacional e afetivo na adaptação climática

    — justiça climática e ambiental nas transições urbanas

    Um número que resiste, de propósito, à ideia de que a cidade resiliente se constrói apenas com mais árvores e que insiste em perguntar quem participa na sua definição, quem a habita e quem continua a ser deixado de fora dela.

    📅 Submissões até 31 de janeiro de 2027

    https://www.mdpi.com/…/climate/special_issues/4LWB193Z2Y

  • Nature, urban life and the deep structures of urban belonging

    Nature, urban life and the deep structures of urban belonging

    📢 Nova publicação científica

    Partilhamos a publicação do artigo de perspetiva de Diogo Guedes Vidal , investigador do Grupo de Investigação Sociedades e Sustentabilidade Ambiental, do Centre for Functional Ecology – Science for People & the Planet, Laboratório Associado TERRA da Universidade de Coimbra e respetiva Extensão na Universidade Aberta.

    Publicado na revista Frontiers in Sustainable Cities, o artigo Nature, urban life and the deep structures of urban belonging: a retrospective on leverage points in Porto, Portugal retoma a investigação doutoral do autor sobre os espaços verdes urbanos da cidade do Porto.

    A partir de uma avaliação dos serviços dos ecossistemas, de um inquérito a utilizadores e do mapeamento do comportamento de 979 pessoas em quatro espaços verdes distintos, o estudo evidencia a existência de uma “cidade a duas velocidades”, marcada por desigualdades ambientais e por diferentes possibilidades de acesso, utilização e apropriação da natureza urbana.

    O artigo propõe o conceito de estruturas profundas de pertença urbana, defendendo que os espaços verdes não devem ser entendidos apenas como infraestruturas funcionais. Constituem também espaços relacionais que sustentam a coexistência, a memória, o vínculo ao lugar e a consciência ecológica.

    A reflexão destaca que a transformação urbana mais profunda não depende apenas de soluções tecnológicas ou infraestruturais, mas também da forma como imaginamos, habitamos e partilhamos a cidade com o mundo vivo.

    Parabéns ao autor por este contributo para o debate sobre natureza urbana, justiça ambiental e sustentabilidade das cidades.

    🔗 Leia o artigo completo:

    https://doi.org/10.3389/frsc.2026.1903445