Categoria: Artigos de Opinião

  • Territórios vivos: o poder local entre pessoas, natureza e futuro

    Territórios vivos: o poder local entre pessoas, natureza e futuro

    No dia 18 de outubrode 2025, foi publicado no Diário As Beiras mais um artigo de opinião assinado por Fátima Alves*: “Territórios vivos: o poder local entre pessoas, natureza e futuro”.

    O texto é um convite a reaprender a habitar o mundo, lembrando que o dinheiro é público e que governar localmente é cuidar da casa comum com critério, visão e transparência. Defende-se a necessidade de estratégias estruturais para enfrentar as alterações climáticas, as desigualdades territoriais e a erosão do sentido comunitário, incorporando ordenamento do território, regeneração ecológica e envolvimento das populações na prevenção e no restauro da paisagem. Sublinha-se, ainda, que políticas eficazes exigem conhecer como as pessoas se relacionam com a natureza (perceções, valores, práticas) e que o poder local tem o duplo desafio de reconhecer a diversidade dos territórios e identificar as falhas das políticas quando ignoram nuances socioculturais e económicas. A atração e fixação de jovens surge como condição de futuro, imaginando territórios vivos que acolham inovação, agricultura regenerativa, artes e investigação transdisciplinar.

    Convidamos a descobrir o artigo completo AQUI.


    * Grupo de Investigação Sociedades e Sustentabilidade Ambiental do Centre for Functional Ecology – Science for People & the Planet, Laboratório Associado TERRA da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal.


    Alves, F. (2025, outubro 18). Territórios vivos: O poder local entre pessoas, natureza e futuro. Diário As Beiras. https://www.asbeiras.pt/opiniao-territorios-vivos-o-poder-local-entre-pessoas-natureza-e-futuro/

  • As Áreas de Preservação Permanente não são culpadas

    As Áreas de Preservação Permanente não são culpadas

    No dia 27 de Agosto de 2025, o investigador Gerson de Freitas Junior* publicou no jornal AgoraVale (Região Metropolitana do Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira, São Paulo, Brasil) um artigo de opinião intitulado “As APPs não têm culpa!”.

    O autor critica as justificações apresentadas durante a audiência pública, que associam as Área de Preservação Permanente (APPs) a problemas como resíduos ou consumo de drogas ilícitas, argumentando que tais posições desviam o foco das verdadeiras responsabilidades do poder público e da comunidade, como a educação ambiental, a melhoria dos serviços de recolha e a promoção de soluções sustentáveis.Assim, o texto reforça o facto de que responsabilizar as APPs não ajuda a resolver problemas socioambientais complexos e recorda o seu papel fundamental na qualidade de vida, na proteção ambiental e na prevenção de catástrofes como enchentes e inundações.

    Convidamos a descobrir o artigo completo no PDF abaixo.


    * Grupo de Investigação Sociedades e Sustentabilidade Ambiental do Centre for Functional Ecology – Science for People & the Planet, Laboratório Associado TERRA da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal. As APPs não têm culpa (3 MB)

  • Quando a máquina pára, as fragilidades expõem-se

    Quando a máquina pára, as fragilidades expõem-se

    Num tempo em que os automatismos se impõem como sinónimo de progresso, o mais pequeno bloqueio revela o que muitos não querem ver: a precariedade escondida sob o funcionamento “normal” das instituições.

    É este o mote que dá corpo à reflexão de Fátima Alves do Societies and Environmental Sustainability Research Group do Centre for Functional Ecology – Science for People & the Planet, Laboratório Associado Terra da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal no seu mais recente artigo de opinião publicado no Diário As Beirass, que convida à análise sobre o funcionamento (ou disfuncionamento) da máquina social, administrativa e política. Uma leitura breve, mas certeira.

    Ler aqui: Diário as Beiras

    Citação:

    Alves, F. (2025, maio 3). Quando a máquina pára, as fragilidades expõem-se. Diário As Beiras. https://www.asbeiras.pt/opiniao-quando-a-maquina-para-as-fragilidades-expoem-se/

  • A coragem de mudar começa com a ação!

    A coragem de mudar começa com a ação!

    Autor: Fátima Alves

    A coragem de mudar começa com a ação!

    O recente artigo de Fátima Alves do Societies and Environmental Sustainability Research Group do Centre for Functional Ecology – Science for People & the Planet, Laboratório Associado Terra da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal, publicado no Diário As Beiras, aborda a crescente normalização dos abusos e da passividade, sendo através da coragem de agir e resistir – especialmente em pequenas acções quotidianas – que a transformação se torna possível.

    Em tempos de desilusão e silenciamento, a coletividade da coragem emerge como a força necessária para fortalecer os valores democráticos e impulsionar um futuro mais justo e consciente.

    Convidamos a ler o artigo completo no Diário as Beiras

    Citação:

    Alves, F. (2025, abril 5). As novas máscaras do medo e a coragem de mudar. Diário As Beiras. https://www.asbeiras.pt/opiniao-as-novas-mascaras-do-medo-e-a-coragem-de-mudar