Categoria: Nacional

Publicação ou comunicação de âmbito nacional.

  • Promoção do Diálogo Intercultural nos Cuidados de Saúde: Reflexões sobre o Processo de Revisão Sistemática das Estratégias para Enfrentar os Desafios de Saúde Relacionados com as Alterações Climáticas

    O Doutoramento em Relações Interculturais, da Universidade Aberta, organizou, no dia 6 de maio, um Seminário de Pesquisa, um espaço de partilha de saberes, práticas e investigações em curso, promovendo o debate científico e a construção coletiva do conhecimento.

    A doutoranda e investigadora, Nidia Ponte, apresentou uma comunicação resultante do seu doutoramento em Relações Interculturais com supervisão de Fátima Alves e Diogo Guedes Vidal:

    • “Promoção do Diálogo Intercultural nos Cuidados de Saúde: Reflexões sobre o Processo de Revisão Sistemática das Estratégias para Enfrentar os Desafios de Saúde Relacionados com as Alterações Climáticas.”
    • Nesta intervenção, a Nidia Ponte propõe uma reflexão crítica sobre as estratégias interculturais nos contextos de saúde, analisando como a resposta às alterações climáticas exige abordagens sensíveis à diversidade cultural e à justiça epistémica. A sua comunicação parte da constatação de uma lacuna crítica na literatura: como articular comunicação intercultural e resposta em saúde diante das crises climáticas? Através de uma abordagem crítica e reflexiva, o estudo interroga o papel das revisões sistemáticas na construção do conhecimento científico e na mediação das práticas de cuidado em contextos multiculturais.

    Referência bibliográfica

    Ponte, N., Alves, F., & Vidal, D. G. (2025, maio 6). Promoção do diálogo intercultural nos cuidados de saúde: Reflexões sobre o processo de revisão sistemática das estratégias para enfrentar os desafios de saúde relacionados com as alterações climáticas[Speaker: Ponte, N. / Oral Presentation / Powerpoint]. Seminário de Pesquisa. Doutorand@s_DRI da Universidade Aberta, Online

  • Quando a máquina pára, as fragilidades expõem-se

    Quando a máquina pára, as fragilidades expõem-se

    Num tempo em que os automatismos se impõem como sinónimo de progresso, o mais pequeno bloqueio revela o que muitos não querem ver: a precariedade escondida sob o funcionamento “normal” das instituições.

    É este o mote que dá corpo à reflexão de Fátima Alves do Societies and Environmental Sustainability Research Group do Centre for Functional Ecology – Science for People & the Planet, Laboratório Associado Terra da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal no seu mais recente artigo de opinião publicado no Diário As Beirass, que convida à análise sobre o funcionamento (ou disfuncionamento) da máquina social, administrativa e política. Uma leitura breve, mas certeira.

    Ler aqui: Diário as Beiras

    Citação:

    Alves, F. (2025, maio 3). Quando a máquina pára, as fragilidades expõem-se. Diário As Beiras. https://www.asbeiras.pt/opiniao-quando-a-maquina-para-as-fragilidades-expoem-se/

    Referência bibliográfica

    Alves, F. (2025, 3 de maio). Quando a máquina pára, as fragilidades expõem-se. Diário As Beiras. Ligação

  • Vidas Suspensas, Práticas e Consequências da Violência

    Vidas Suspensas, Práticas e Consequências da Violência

    Acaba de ser publicado o livro Vidas Suspensas, Práticas e Consequências da Violência.

    Este livro conta com a coautoria de Rosário Rosa, investigadora do Societies and Environmental Sustainability Research Group do Centre for Functional Ecology – Science for People & the Planet, Laboratório Associado Terra da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal, e é editado pelas Edições Húmus, resultante do projeto “O Impacto da Pandemia da Covid-19 na Violência Contra as Mulheres – Uma Análise Longitudinal”, financiado pela FCT.

    Este estudo foca-se nos efeitos do primeiro confinamento da pandemia nas dinâmicas de violência interpessoal contra mulheres adultas residentes em Portugal, trazendo dados e reflexões fundamentais para pensar a violência de género em tempos de crise.

    Um contributo científico e social imprescindível para compreender e transformar realidades marcadas por desigualdades e silenciamentos.

    Mais informações sobre o projeto em: https://onvg.fcsh.unl.pt/covid_vcm/projecto/

    Lisboa, M., Cerejo, D., Rosa, R., & Teixeira, L. (2025). Vidas suspensas, práticas e consequências da violência. Edições Humus. https://edicoeshumus.pt/index.php?route=product/product&product_id=1751

  • A coragem de mudar começa com a ação!

    A coragem de mudar começa com a ação!

    Autor: Fátima Alves

    A coragem de mudar começa com a ação!

    O recente artigo de Fátima Alves do Societies and Environmental Sustainability Research Group do Centre for Functional Ecology – Science for People & the Planet, Laboratório Associado Terra da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal, publicado no Diário As Beiras, aborda a crescente normalização dos abusos e da passividade, sendo através da coragem de agir e resistir – especialmente em pequenas acções quotidianas – que a transformação se torna possível.

    Em tempos de desilusão e silenciamento, a coletividade da coragem emerge como a força necessária para fortalecer os valores democráticos e impulsionar um futuro mais justo e consciente.

    Convidamos a ler o artigo completo no Diário as Beiras

    Citação:

    Alves, F. (2025, abril 5). As novas máscaras do medo e a coragem de mudar. Diário As Beiras. https://www.asbeiras.pt/opiniao-as-novas-mascaras-do-medo-e-a-coragem-de-mudar

    Referência bibliográfica

    Alves, F. (2025, 5 de abril). As novas máscaras do medo e a coragem de mudar. Diário As Beiras. https://www.asbeiras.pt/opiniao-as-novas-mascaras-do-medo-e-a-coragem-de-mudar