Categoria: Nacional

Publicação ou comunicação de âmbito nacional.

  • 8.ª Conferência Campus Sustentável (CCS 2026)

    8.ª Conferência Campus Sustentável (CCS 2026)

    Nos dias 22 e 23 de outubro de 2026, a ESTM — Escola de Turismo e Tecnologia do Mar (Universidade de Leiria e Oeste), em Peniche, acolheu a 8.ª Conferência Campus Sustentável (CCS 2026), promovida pela Rede Campus Sustentável, sob o tema «Que Futuro para os Campi Sustentáveis?» — um fórum de discussão sobre a implementação dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável nas Instituições de Ensino Superior em Portugal.

    O grupo SESrg marcou presença, com 6 membros no programa científico:

    Comunicações orais
    • «Desafios à participação ambiental no ensino a distância: Um retrato dos estudantes de licenciatura da Universidade Aberta» — Mahsa Mapar, Paula Bacelar-Nicolau e Sandra Caeiro
    • «Avaliação da pegada ecológica e recomendações para a sua redução em universidades europeias de ensino a distância» — Paula Bacelar-Nicolau, Mahsa Mapar e Sandra Caeiro
    • «Pegada ecológica da alimentação em casa em contexto de ensino à distância: O caso da Universidade Aberta» — Mahsa Mapar e Paula Bacelar-Nicolau
    • «Boas práticas ambientais em estudantes do ensino superior: Um caminho descendente?» — Sandra Caeiro, Paula Bacelar-Nicolau e Mahsa Mapar

    Posters digitais
    • «A Mentalidade dos Professores e a Educação para a Sustentabilidade: Revisão de Literatura» — Elis Ossmane, João Simão e Sandra Caeiro
    • «Literacia Ambiental dos Docentes do Ensino Superior em Portugal» — Sandra Caeiro, Paula Bacelar-Nicolau e Mahsa Mapar
    • «Literacia Ambiental dos Estudantes à Saída da Escolaridade Obrigatória: Implicações para a Construção de Comunidades Educativas Mais Sustentáveis» — Sandra Caeiro, Paula Bacelar-Nicolau e Mahsa Mapar
    • «GreenComp in the OpenEU Rural Agenda: Assessing Sustainability Competences for the Revitalisation of Rural Areas» — Mahsa Mapar e Paula Bacelar-Nicolau
    • «Do Plano à Perceção: A Articulação entre a Comunicação para a Sustentabilidade e a Participação dos Estudantes nas IES de Cabo Verde» — Mirian Semedo e Mahsa Mapar

    Mahsa Mapar apresentou ainda a comunicação «Fostering Sustainable Global Citizenship Through Curriculum Innovation: Design, Implementation and Evaluation of an Online Master’s Course at Universidade Aberta» e foi oradora convidada na Mesa Redonda «Sustentabilidade no ensino superior: exemplos inspiradores e desafios atuais», ao lado de representantes do INEGI, da Universidade de Lisboa e da Universidade do Algarve.

    Sandra Caeiro moderou a Sessão Plenária I «Da estratégia à ação: desafios para um Campus Sustentável», com a conferência de Susana Leonor (ISMAT), e representou o grupo na Comissão Científica da conferência.

    Uma presença que reflete o contributo do grupo para a agenda da sustentabilidade no ensino superior, do ensino a distância à transformação dos campi.

  • Redes de Futuro: Juventudes que Reimaginam o Clima e a Política

    Redes de Futuro: Juventudes que Reimaginam o Clima e a Política

    NOVO EPISÓDIO DISPONÍVEL | Podcast Compor Mundos

    Anunciamos a disponibilização de mais um episódio do podcast Compor Mundos, resultado da articulação entre o nosso Grupo de Investigação Sociedades e Sustentabilidade Ambiental do Centre for Functional Ecology – Science for People & the Planet, Laboratório Associado Terra da Universidade de Coimbra e sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal e a Rede Compor Mundos: Humanidades, Bem-estar e Saúde no Século XXI.

    Este episódio integra a linha temática Naturezas, Sociedades e Culturas e apresenta uma conversa entre Diogo Guedes Vidal (investigador do nosso grupo) e Daniela Ferreira da Silva (investigadora do Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho, membro do CRIA-UMinho e do IN2PAST).

    O episódio centra-se no ativismo climático jovem em Portugal, explorando as transformações políticas, sociais e imaginárias que atravessam as juventudes contemporâneas em contexto de crise climática. A conversa aprofunda questões relacionadas com:

    • Configurações e horizontes de sentido do ativismo climático jovem português
    • Imaginários políticos emergentes e formas expandidas de participação
    • Estratégias comunicativas e tensões discursivas na comunicação da crise climática
    • Mediação jornalística e representações mediáticas dos movimentos juvenis
    • Futuros possíveis e reconfiguração do político no século XXI

    Disponível no Spotify

    da Silva, D. F. (Convidado), Vidal, D. G. (Anfitrião). (2026, fevereiro 19). Redes de futuro: Juventudes que reimaginam o clima e a política (No. 40) [Spotify Audio Postcast]. https://open.spotify.com/episode/2WHHYuWIDfiwBDLzbmi7cM

  • 2025 e o futuro da democracia

    2025 e o futuro da democracia

    Opinião essencial para refletirmos sobre 2025 e o futuro da democracia

    Leia o mais recente artigo de Fátima Alves no Diário As Beiras “2025, o ano em que a democracia se vê ao espelho” — uma análise crítica e necessária sobre os desafios que a nossa democracia enfrenta, desde a normalização de discursos de ódio até à erosão de direitos conquistados ao longo de décadas.

    Num momento em que as desigualdades sociais, as tensões políticas e a fragilidade de direitos fundamentais ganham relevo, este texto convida-nos a pensar como cidadãos e cidadãs vigilantes e ativos, e a recusar respostas fáceis que ameaçam o tecido democrático.

    Convidamos a descobrir o artigo completo AQUI

    Alves, F. (2025, dezembro 13). 2025, o ano em que a democracia se vê ao espelho. Diário As Beiras. https://www.asbeiras.pt/opiniao-2025-o-ano-em-que-a-democracia-se-ve-ao-espelho/

    Referência bibliográfica

    Alves, F. (2025, 13 de dezembro). 2025, o ano em que a democracia se vê ao espelho. Diário As Beiras. Ligação

  • Entre a banalização do inaceitável e as escolhas coletivas que temos de fazer

    Entre a banalização do inaceitável e as escolhas coletivas que temos de fazer

    No seu mais recente artigo de opinião, intitulado «Entre a banalização do inaceitável e as escolhas coletivas que temos de fazer», Fátima Alves parte da imagem de um pequeno bosque de carvalhos abatido para dar lugar a painéis solares para interrogar o modo como a transição energética está a ser conduzida em Portugal. A questão que coloca é simples e incómoda: que energia pode ser verdadeiramente “limpa” quando destrói a pouca floresta autóctone que ainda existe e quando decisões com forte impacto ecológico e social são tomadas em nosso nome, sem participação efetiva das comunidades?

    A autora recusa a ideia de que a crise ecológica seja um destino inevitável ou uma espécie de castigo natural. Pelo contrário, sublinha que se trata do resultado de décadas de opções políticas e económicas que trataram a natureza como depósito inesgotável e as pessoas como mão-de-obra descartável. Exemplos como a autorização da chegada de elefantes em fim de vida a ecossistemas onde não pertencem, ou a expansão da agricultura intensiva em áreas protegidas, são apresentados como decisões alinhadas com interesses muito concretos, que fragilizam territórios e formas de vida.

    Ao longo do texto, Fátima Alves* critica também a retórica dos “sacrifícios necessários” em nome do progresso. Pergunta de quem são, afinal, esses sacrifícios: das populações rurais cada vez mais isoladas, dos jovens empurrados para vidas precárias, dos trabalhadores que veem a saúde e a educação públicas encolherem, ou dos migrantes transformados em bode expiatório de problemas que não criaram. A ideia de que “não há alternativa” é analisada como mecanismo que normaliza desigualdades, legitima destruição e oculta quem beneficia deste modelo.

    Outro eixo central da reflexão é a normalização quotidiana de discursos autoritários e xenófobos por parte de setores da classe política e dos meios de comunicação social. Ao oferecer explicações fáceis para problemas complexos, estes discursos desviam o olhar dos verdadeiros centros de decisão e contribuem para desresponsabilizar quem lucra com o desordenamento territorial, a precariedade laboral e a exploração intensiva da natureza.


    Convidamos a descobrir o artigo completo AQUI


    * Grupo de Investigação Sociedades e Sustentabilidade Ambiental do Centre for Functional Ecology – Science for People & the Planet, Laboratório Associado TERRA da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal.


    Alves, F. (2025, novembro 15). Entre a banalização do inaceitável e as escolhas coletivas que temos de fazer! Diário As Beiras. https://www.asbeiras.pt/opiniao-entre-a-banalizacao-do-inaceitavel-e-as-escolhas-coletivas-que-temos-de-fazer/


    Referência bibliográfica

    Alves, F. (2025, 15 de novembro). Entre a banalização do inaceitável e as escolhas coletivas que temos de fazer. Diário As Beiras. Ligação